Artigos

Cervejaria O Mercado | Carapaus de Comida

Eis que, na Praça Infante D. Henrique, onde outrora foi sito o Mercado Ferreira Borges (ali mesmo, no centro histórico) abriu no Verão passado um dos restaurantes que tínhamos mais curiosidade em conhecer, não apenas pelo espaço mas, sobretudo, porque sabíamos ser um projecto de autor (da responsabilidade do Chef Luís Américo, proprietário do Mesa e chefe executivo/sócio do Forneria São Pedro, na Afurada): O Mercado, paredes meias com o Hard Club – e, na noite em que lá fomos, tendo igualmente na vizinhança o evento Essência do Vinho, no Palácio da Bolsa. Read more

Passavam já quase seis meses desde que, em Julho, numa sexta-feira antes de rumarmos ao Marés Vivas, Carapaus & Amigos passaram pel’O Forno, onde pretendiam abastecer de calorias para a noite que se avizinhava longa; ainda assim, apesar da hora previdente (não seriam ainda 20h) a que lá chegámos, rapidamente nos frustraram as expectativas: a casa estava cheia que nem um ovo e nem o facto de sermos poucos (cinco) permitiria que, esperando um pouco, pudéssemos pensar em jantar. Ainda assim, o HA, que já conhecia ao estaminé, entregou-nos um cartão para que não nos esquecêssemos de lá voltar. Porque valia a pena, disse-nos. Ora há bem pouco tempo, um dos nossos Fregueses relembrou-nos d’O Forno e voltou a tornar urgente a necessidade de lá ir, pelo que assim fizemos: marcámos a coisa para o almoço por motivos vários, um dos quais sendo a (provável) facilidade de arranjar mesa num horário que não o da noite. Read more

Foi a última incursão do ano de 2012 e, curiosamente, repetiu-se o local (e algumas das pessoas) de há três ou quatro anos: o Le Chien Qui Fume, na Rua do Almada, é dos poucos estaminés bem localizados e com preço simpático, aberto da noite de passagem de ano, pelo menos para quem só faz a reserva com uma semana de antecedência, como foi o nosso caso. Ainda assim, lá nos esperava uma mesa para seis (para além desta vossa criada, os estreantes TJ e SA  e os repetentes PF, HA e MJ), desta feita logo à entrada e separados da porta unicamente por um biombo, que sempre nos protegia do frio e, simultaneamente, do calor imenso que emanava de uma salamandra, perfeitamente dispensável naquela que foi a passagem de ano (e Natal, já agora) mais quente de que me lembro, dos últimos anos. Read more

Se há coisa que nos dá prazer é poder dar conta de estaminés que recomendamos vivamente: não porque saibamos dar dicas gastronómicas extraordinárias e persuasivas (essas deixamo-las para quem percebe mesmo do assunto, o que não é, decididamente, o nosso caso), mas porque neles tivemos boas experiências – são essas as que gostamos de relatar. Mas a nossa existência enquanto Carapaus é exactamente como o resto da vida: a maior parte das vezes é assim-assim, há dias em que corre estupidamente bem e outros que, se pudéssemos, riscaríamos da nossa cronologia (e não, não estamos a falar do Facebook): a ida ao Koi foi coisa para esquecer. Read more

Em véspera de uma jantarada que reuniria a maioria dos Carapaus honorários que costumam acompanhar-nos semanalmente, foi uma incursão onde apenas o Cardume fixo compareceu – o que, em dez meses de existência (completados no passado sábado), aconteceu apenas duas vezes, facto com que nos congratulamos muitíssimo. Ainda assim, e porque se tratava de um fim de dia que marcará a história de um dos Carapaus, foi uma visita que por certo recordaremos no futuro (como todas as outras, de resto, por este ou aquele motivo). Read more

Casa Guedes | Carapaus de Comida

A Casa Guedes é daqueles estaminés em frente dos quais se pode passar uma vida inteira e nunca se ter vontade de lá entrar. Não tem o requinte nem as luzes que outros têm; é ensosso (ou insosso, como preferirem) por fora. Foi no exterior, em plena Praça dos Poveiros, que encontrámos os habitués DB, RC e BC, que se juntaram a nós para este repasto.

Se por fora, a Casa Guedes não impressiona, por dentro, a primeira impressão pode não ser também a melhor. O espaço é pequeno, poucas mesas e pequenas, um pequeno balcão onde os clientes se vão revezando e não há ali modernices. E é exactamente tudo isto, acrescentando talvez os mostradores com enchidos e outro ainda com queijos, que lhe conferem um carácter e carisma típico de tasco nortenho. E está-se ali muito bem, devo dizer. Read more

O Caçula deve ter sido um dos primeiros restaurantes que nos foi recomendado, quando começámos a receber sugestões de estaminés a visitar, enquanto cardume gastronómico. Por uma razão ou por outra (e, sobretudo, porque estivemos uns tempos em modo temático), só oito meses depois o fizemos: juntámos os já mais do que habitués RC, DB e IP aos repetentes JM e PG e fomos conhecer o estaminé sito no número 47 da Praça Carlos Alberto, mesmo à entrada da Rua de Cedofeita, à esquerda – que outrora existiu perto do Bolhão, de onde foram expropriados (segundo nos contou o gerente, no final). Read more

Ele há restaurantes que são assim uma espécie de porto seguro. Ora, quando a ideia é não arriscar e saber antecipadamente que se será bem servido, é por eles que se opta, sem hesitações. A Marisqueira Majára, na Rua Roberto Ivens (a mesma do Gaveto e do Marujo e da Marisqueira Antiga), em Matosinhos, é um deles: sabíamos ao que íamos e, por isso, fomos com vontade redobrada.

A ideia, a cada Quinta-feira, é comemorarmo-nos: aos Carapaus como um todo, a cada um de nós como indivíduo, aos amigos que alinham nos nossos repastos, às conversas que só acabam quando os restaurantes fecham, às ligações inter-pessoais que a mesa, inevitavelmente, fortalece – e evidentemente, com tudo isto, ter a inspiração necessária para que cada posta de pescada seja do agrado dos que nos lêem. Assim foi. Read more

Não se tratou de uma estreia para nenhum dos Carapaus: de resto, a primeira vez que estes vossos criados se encontraram foi à mesa do Café Santiago, acompanhados pelo Carapau fundador MS, pela RM e pela JC. Mas há já muito tempo que falávamos em lá voltar, enquanto Cardume, por forma não só a apreciarmos a coisa de uma outra perspectiva mas também (e sobretudo) para fazermos saber à nossa freguesia como foi. Finalmente, a verdade é que já não fazíamos uma incursão que tivesse como alvo a mais célebre das sandes nacionais (pelo menos a Norte) e a ressaca começava a apertar. Read more

O que sucede é isto: o Cardume não pode ouvir falar de estaminé onde se sirva sushi em modelo festival ou buffet (basicamente, difere este daquele porque enquanto no primeiro somos servidos, no segundo somos convidados a desalapar a barbatana da cadeira e servirmo-nos) que não vá lá meter o nariz. Desta feita, coube a vez ao Kanpai Fusion Sushi (ali mesmo ao lado da Avenida da Boavista, no Aviz, ao fundo da Rua Pedro Homem de Mello), onde sabíamos de antemão que o valor do festival de sushi ao domingo à noite era de 15,90€ por pessoa (o mesmo preço dos almoços; já nos outros dias da semana, a mesma refeição da noite fica por 22,90€). Não precisávamos de mais para sermos convencidos: reunimos uma tropa amiga, marcámos mesa e ansiámos pela hora. Read more