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Tokyo Sushi | Senhora da Hora | Carapaus de Comida

Gente do peixe cru e do arroz pastoso, esta posta é todinha para vocês: não sei bem como se deu um processo, mas houve um belo dia no Outono de 2013 em que, algures pelo Facebook, tomei conhecimento de que tinha aberto uma nova chafarica de sushi na Senhora da Hora (junto ao metro, no n.º 1453 da Av. Calouste Gulbenkian), e que os preços seriam irreais de extraordinários, para peças tão boas. Não é que eu desconfie do julgamento alheio, mas gosto de formar opinião depois do bandulho cheio, pelo que, na primeira oportunidade, fui lá verificar. Read more

O estaminé abrira há já alguns meses mesmo junto ao sítio onde todos os dias se ganha o pão (e o que mais se vai comendo) mas a verdade é que só esta semana, e depois de ouvidas muitas opiniões divergentes, a coisa se deu: fomos ao Kayo, ali na Diogo Botelho, experimentar o que este restaurante que, entretanto, já abriu uma outra chafarica algures, tinha para nos oferecer. Tanto eu como a RP (companheira desta incursão) somos meninas para conhecer a grande maioria das ofertas de sushi da Invicta, das mais caras e tradicionais às mais aldrabadas e baratas – e não cometemos a asneira de exigir das segundas o que elas não nos podem dar, pelo que é sempre de mente aberta e estômago guloso que vamos experimentar coisas novas. Read more

Não foi de todo uma estreia: a primeira vez que estivéramos no Sushinaka, em Setembro último,num grupo um nadinha maior do que o que se reuniu naquele sábado de Abril, foi muitíssimo agradável mas não ficou a sensação de deslumbre. Não me interpretem mal: saímos satisfeitíssimos e as peças que nos foram servidas, em regime de festival, estavam muitíssimo boas e revestiam-se até de algum cuidado, em termos de originalidade (o que vai sendo difícil, nos dias que correm, com tanta chafarica aberta), mas lembro-me de que a sobremesa, que só alguns de nós comemos (entre os quais, evidentemente, eu), não deslumbrou de todo porque o fondant parecia mesmo daqueles congelados que se compram nos Continentes desta vida e se servem em segundos, depois de irem ao microondas – e, parecendo que não, a (má) impressão (apenas final) ficou. Read more

Descendo a Avenida da Boavista em direcção ao Castelo do Queijo, encontra-se o Restaurante Tokyo, do lado direito, dentro do Centro Comercial Boavista. Não é um espaço com o glamour que outros estaminés têm mas nem por isso um que valha menos a pena visitar. A sala é ampla, com largo espaço entre as mesas e talvez isso o torne um espaço frio, pouco convidativo. De realçar que o parque é gratuito durante uma hora ao almoço e duas horas ao jantar. Read more

Sushi Boy | Nagoya Odivelas

Imagine-se uma tarde cinzenta, invernosa e caseira  (porque não me atreveria a sair para a confusão de um domingo a dois dias do Natal), onde incluo leituras e muita preguiça, mesclada pela necessidade do trabalho, que não se compadece de períodos festivos. Decido presentear-me com um repasto dos bons (antecipando o des-gosto dos pratos tradicionais da época, que não me aquecem nem arrefecem) e relembro o conselho já antigo do JC: “quando estiveres por Lisboa e te apetecer sushi, liga para o Sushi Boy: é bom, barato e entregam em casa”. E eu, que sou bem mandada e, sobretudo, não desperdiço bons conselhos, aproveitei um dia sem refeições familiares e tratei do assunto. Read more

A sugestão foi da IPV, que havia experimentado o menu de degustação de sushi no Medit e havia ficado encantada, e não seria de esperar outra coisa que não o agendamento imediato de uma incursão extraordinária da nossa parte. O repto foi lançado pela carapaua AA, ao qual os demais carapaus cederam com facilidade. Os convites alastraram-se aos amigos que sabíamos não dizerem que não a um jantar de sushi entre amigos, excepto se o dia e hora não lhes fosse favorável. Juntaram-se aos carapaus a PG, o JM e o CT, fundadores da yupiirun que pode ser uma ajuda fundamental nesta arte do bem comer e viver,a SC, o JC, a DB, o RC e os miúdos, a SMC e o J. Até o ex-vocalista dos Ban soube que os carapaus iam ao Medit e decidiu aparecer, parafraseando o AV. Read more

Sabor Fresco | Sushi Matosinhos | Carapaus de Comida

Carapau que é Carapau gosta é de juntar o cardume principal e membros honorários e ir fazer incursões por essa Invicta e arredores fora (para já); mas infelizmente não o podemos fazer diariamente, sobretudo porque nos restaurantes do burgo ainda não aceitam pagamentos sob a forma de sorrisos gratos, abraços calorosos, ou mesmo de lavagem de loiça (por que não?). Vai daí, há que optar por outras modalidades: cozinhamos nós mesmos (quase sempre, sendo que se trata de episódios imunes à auto-crítica) ou, em dias de extravagância, lá vem uma pizza ou um sushi. E se aquelas são fáceis de encomendar ou ir buscar, sendo que há já meia dúzia de (boas) casas por onde escolher, estamos muito mal de take-away e entregas ao domicílio de sushi (no Porto, porque em Lisboa a coisa já mudou de figura): quem entrega em casa, é bom mas caríssimo; quem é janota e barato, obriga a que levantemos a cauda do sofá e nos desloquemos até à Avenida da República (por pouco tempo, mas adiante, já lá vou), em Matosinhos. Read more